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quinta-feira, 26 de novembro de 2009
POR VEZES NÃO É JUSTO
Ontem depois de dar duas horas de voluntariado
percebo
que mesmo assim é pouco
sei que muita gente por vezes
até não precisavam de ajuda
mas há sempre alguém
que a vida não foi justa para ela
e apesar de contribuir com a minha ajuda
percebo que a sorte é madrasta para alguns
e não consigo esquecer aqueles olhos
e palavras «não é justo»
e eu respondi que não...
quantos vezes não damos valor
a familia que temos
aos amigos
ao patrão
ao marido
a esposa
quantas pessoas por vezes só precisavam disso
para ser feliz
domingo, 1 de março de 2009
António variações gerou paixões e ódios ,mas nunca a indiferença
«tenho pena de morrer mas não medo
tudo o que acaba me deprime.
Mais pelo fim do que pelo acto em si.»palavras de António variações poucas semanas antes de morrer.
engraçado uma vez comentei sobre este assunto
e realmente o meu medo de morrer é deixar as coisas que amo.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Se calhar sou diferente,sofro da mais antiga enfermidade do ser humano e que ainda nenhum cientista se lembrou de diagnosticar,estudar e classificar como uma patologia:nao sei viver sem amor.Preciso de amar e de ser amada para viver sem me deixar engolir pela realidade,sem sentir que estou a lutar para me manter a tona.A vida sem amor é para mim uma questao de sobrevivencia,um deserto imenso e assustador,um vazio do tamanho do buraco negro.Porque antes de tudo e depois de tudo,está o amor.E TUDO ACABA,TUDO SE PASSA,TUDO SE DESFAZ,SE DESFIGURA, SE DISSIPA,SE ENTERRA OU SE TRANSFORMA,MAS O AMOR NUNCA ACABA,PORQUE É IMPOSSIVEL VIVER SEM AMOR.MESMO QUE SÓ EXISTAM PALAVRAS,O AMOR VIVE-SE NA MESMA. A PIOR COISA É NAO AMAR.
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